março 6, 2026
Saúde

Médica Fabiana Soares é referência em Brasília em Medicina de Família e Comunidade

Médica Fabiana Soares é referência em Brasília em Medicina de Família e Comunidade Saúde

Ela chega sem alarde, mas deixa marca por onde passa. Médica de família e pediatra, Dra Fabiana Soares construiu sua trajetória cuidando de pessoas antes mesmo de imaginar qualquer outro caminho. Baiana de Itororó, no interior da Bahia, filha de dona Jandira, aprendeu cedo que saúde começa no olhar atento, na escuta e no compromisso diário com a comunidade.

Foi na farmácia da mãe que Dra Fabiana teve seus primeiros contatos com o cuidado em saúde. Naquele tempo, a farmácia era mais do que um comércio, era referência, era onde as pessoas buscavam orientação, acolhimento e solução. Ali nasceu seu interesse genuíno pelas histórias humanas, pelas dores e pelas possibilidades de transformação através do cuidado.

Há vinte anos no Distrito Federal, Dra Fabiana se tornou uma referência na atenção primária. Atuando na saúde da criança, no cuidado às famílias e no planejamento reprodutivo, dedica-se também à formação de profissionais de saúde, treinando médicos e enfermeiros para fortalecer o SUS desde a base. Sua passagem pela coordenação da Atenção Primária do Distrito Federal consolidou um perfil técnico, agregador e profundamente comprometido com resultados que impactam a vida real das pessoas.

O trabalho com mulheres sempre foi um eixo central da sua atuação. Planejamento familiar, inserção de DIU, autonomia reprodutiva e acesso à informação fazem parte de uma agenda que Dra Fabiana construiu com consistência, diálogo e presença nos territórios. Não por acaso, seu nome começou a circular além dos espaços da saúde.

Nos bastidores, cresce a percepção de que Dra Fabiana Soares representa algo novo. Uma liderança que nasce da prática, do serviço público e da confiança das pessoas. Sem anúncios oficiais, sem rótulos antecipados, diferentes olhares já se voltam para ela como uma promessa em construção para a política do Distrito Federal.

Talvez porque sua história não seja sobre cargos, mas sobre propósito. Talvez porque ela represente uma política possível, que começa cuidando, ouvindo e servindo. E quando uma trajetória assim chama atenção, não é por acaso. É sinal de que algo está se movendo.