Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém
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Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém

Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém Internacional

Ao bombardear Jerusalém, o regime iraniano exibe seu desprezo pelo sagrado

Como parte dos ataques do regime iraniano contra áreas de Israel onde habitam civis, durante a noite de segunda-feira foram interceptados mísseis dirigidos a atingir Jerusalém e os lugares sagrados para o islamismo, o cristianismo e o judaísmo, na Cidade Velha. Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém Internacional

No contexto da celebração do Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos, o Irã apontou contra esse ponto-chave para as três religiões. Foi registrada a queda de restos de mísseis dentro do recinto da Mesquita de Al-Aqsa, da Igreja do Santo Sepulcro, do Monte do Templo e perto do Muro das Lamentações.

Jerusalém abriga numerosos espaços e símbolos sagrados para milhões de pessoas em todo o mundo. Diferentemente da atitude do regime iraniano, que causou danos a esses lugares, Israel, consciente e respeitoso de sua relevância, mantém um compromisso inalienável de garantir sua proteção, assim como a dos fiéis que os visitam diariamente para professar sua fé, por meio de todos os meios defensivos necessários.Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém Internacional

Adicionalmente, ao lançar mísseis balísticos contra Jerusalém, o regime dos aiatolás não apenas atenta contra a vida de mais de um milhão de muçulmanos, cristãos e judeus que habitam a cidade, mas também coloca em perigo os lugares sagrados das três religiões, com o risco de desencadear uma grave explosão de violência.

A mensagem que o regime iraniano transmite com o ataque a Jerusalém é clara: manifesta um preocupante, cínico e perigoso desprezo pelo sagrado, inclusive contra o próprio islamismo, religião professada por cerca de 90% da população iraniana, ao atentar contra os lugares santos para os muçulmanos e durante o Ramadã.Irã bombardeia cidade sagrada de Jerusalém Internacional

Em Israel está garantida a liberdade de culto, e muçulmanos, cristãos e judeus exercem diariamente suas crenças, tradições e costumes. O ataque contra os lugares sagrados evidencia que as acusações de supostas restrições à prática religiosa carecem de fundamento e buscam incitar e exacerbar as tensões na região. Reafirmamos nossa convicção de que a diversidade religiosa e cultural fortalece nossa sociedade.