O governo federal anunciou o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center no Brasil (Redata), que passa a integrar a Política Nacional de Data Centers (PNDC). Vinculada à Nova Indústria Brasil (NIB), dentro da Missão 4, voltada à Transformação Digital, a medida cria um marco regulatório para impulsionar o crescimento em áreas estratégicas da Indústria 4.0, como computação em nuvem, inteligência artificial e Internet das Coisas, ampliando a capacidade nacional de armazenagem, processamento e gestão de dados. 
Entre os incentivos previstos no programa, estão a isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI para aquisição de equipamentos, importados ou produzidos no Brasil, destinados à implantação, ampliação e manutenção de data centers. As empresas beneficiadas terão que aplicar 2% de seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, além de reservar pelo menos 10% de sua capacidade de serviços para o mercado interno.
Além de assegurar o fortalecimento da cadeia produtiva digital no país, as contrapartidas também determinam o compromisso com a sustentabilidade, por meio do uso de energia limpa ou renovável e eficiência hídrica. A medida prevê ainda incentivos específicos para empreendimentos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, estimulando a descentralização dos data centers.
A Everest Digital, único Data Center com capital 100% nacional preparado para a era da Inteligência Artificial, está comprometida com a soberania digital do Brasil, um dos pilares defendidos pelo Redata. Com certificação internacional Tier III, infraestrutura robusta e foco em inovação, a Everest já opera em plena conformidade com os objetivos do governo federal, reforçando o protagonismo nacional no tratamento e proteção de dados estratégicos.
“O Redata é uma política essencial para o Brasil consolidar sua soberania digital. A dependência de infraestrutura estrangeira nos coloca em risco, e precisamos de centros de processamento nacionais para garantir não apenas segurança, mas também competitividade. Esse programa representa um passo fundamental nesse caminho”, afirma Gleysson Araújo, CEO da Everest Digital, que acompanhou o ato de lançamento do Redata em Brasília, ao lado de Romulo Rocha, Head de Tecnologia e Operações do data center.
A Missão 4 da Nova Indústria Brasil enfatiza a importância da transformação digital como vetor de crescimento econômico. Investimentos em infraestrutura tecnológica nacional geram impactos que vão além da inovação: ampliam a produtividade, aumentam a competitividade das empresas brasileiras e fortalecem a posição do Brasil no cenário global. O Redata se insere nesse esforço como um motor de atração de investimentos estratégicos.
Ao fomentar pesquisa e desenvolvimento de tecnologia em solo nacional, o programa estimula medidas que reverberam em diversos setores da economia. O mercado será impactado com a formação de profissionais altamente capacitados, novas oportunidades de empreendedorismo e mais eficiência operacional para as empresas. Esses desdobramentos mostram que investir em data centers e infraestrutura digital gera reflexos diretos no crescimento da economia brasileira.
“O compromisso da Everest Digital vai além da tecnologia. Acreditamos no impacto social e econômico que o setor de data centers pode gerar. Queremos crescer junto com o Brasil, formando talentos, apoiando o desenvolvimento local e mostrando que é possível unir inovação, sustentabilidade e inclusão para transformar a realidade do país”, complementa Gleysson Araújo.
A Everest Digital já desempenha um papel ativo na defesa da tecnologia nacional. Além de liderar iniciativas de pesquisa e inovação, a empresa tem participado de debates estratégicos junto ao poder público, como a audiência realizada no Senado este ano sobre centros de processamento de dados voltados à Inteligência Artificial e cooperação ativa com Ministérios. Essas ações reforçam a posição da empresa como protagonista no fortalecimento da soberania digital brasileira e parceira do poder público no desenvolvimento de políticas estruturantes para o setor.

