Matéria assinada pela jornalista Bruna Castro, no Diário do Rio revela como a cidade, antigamente, era governada pelos ofícios.
O provedor da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, empresário Claudio André Castro, diz que” as irmandades católicas fazem parte da história do Rio e sua atuação foi primordial para o desenvolvimento da civilização brasileira” .
A reportagem de Bruna Castro (que é, também, diretora de o Diário do Rio) conta que “além das grandes fortunas dos palácios e dos títulos nobiliárquicos, o Rio de Janeiro foi uma cidade de ofícios”.
” Sapateiros, mercadores, ourives, militares e marinheiros organizavam-se não apenas em torno de suas atividades econômicas, mas também sob a proteção de santos padroeiros. E, dessas associações nasceram instituições que ajudaram a estruturar a própria vida urbana “- diz o texto de Bruna Castro.
A jornalista cita, entre as confrarias religiosas, a Irmandade de São Crispim e São Crispiniano, a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, “que reunia homens de negócios sob proteção mariana.
De acordo com Bruna Castro, a foto, da IA (Inteligência Artificial) “recria o Rio dos séculos XIX e início do XX, quando irmandades de sapateiros, mercadores e oficiais da Marinha estruturavam o Centro da cidade (Foto: IA)”.

