LAS VEGAS, NEVADA - JANUARY 08: The Galaxy Fold 5G is displayed at the Samsung booth during CES 2020 at the Las Vegas Convention Center on January 8, 2020 in Las Vegas, Nevada. CES, the world's largest annual consumer technology trade show, runs through January 10 and features about 4,500 exhibitors showing off their latest products and services to more than 170,000 attendees. (Photo by David Becker/Getty Images)

A próxima tendência no mercado de telefonia já está disponível no Brasil. A Samsung lançou, na última sexta-feira (17), o Galaxy Fold, um celular com tela dobrável. O smartphone pode ser utilizado fechado ou aberto, em que se aproxima do tamanho de um tablet.

O Galaxy Fold será vendido por 13 mil reais. Entre os atrativos, a tela possibilita utilizar até três aplicativos ao mesmo tempo e possui seis câmeras. Este é o primeiro celular do tipo à venda por aqui.

São poucos os modelos disponíveis para compra ao redor do mundo. Além da Samsung, apenas a Huawei e a Motorola lançaram suas versões. A Huawei lançou o Mate X, enquanto a Motorola repaginou o Razr trazendo a novidade. Não há um consenso no mercado: o Galaxy Fold e o MateX dobram a tela de forma vertical, diferente do Razr, em que a “dobra” é horizontal.

O consenso não existe também quanto ao preço, de 1.980 dólares no Galaxy Fold (que se converteu em 13 mil reais no Brasil), 2.600 dólares para o da Huawei e 1.500 dólares o da Motorola. Outras empresas, como Google e Apple, ainda estão na fase de registro de patentes e protótipos.

No caso da Apple, o smartphone poderia dobrar a tela de duas até três vezes. Já o Google tem trabalhado nos displays dobráveis há algum tempo, embora não tenha mais detalhes ou anúncios reservados para um futuro próximo. Esse é, sobretudo, um mercado ainda recheado de incertezas – para as empresas e para os consumidores.

A Samsung, por exemplo, teve que realizar mudanças no seu aparelho após testes realizados por jornalistas. Eles detectaram falhas no Galaxy Fold antes do produto ficar disponível para compra pelo público.

A companhia parece ter aprendido com a experiência – e vulnerabilidade – da nova classe de telefones. No Brasil, o investimento de 13 mil reais pode ser caro, mas não é “sem garantia”. Pelo contrário: o comprador terá atendimento exclusivo de um time de especialistas 24h/7 para solucionar qualquer problema.

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A jornalista Isabel Almeida, trabalha atualmente na Embrapa, é editora do site bsbflash, youtuber do canal Flash Brasília e escreve em diversos sites como: colunista do jornal Alô Brasília. Natural de Brasília, já trabalhou em diversos órgãos do DF, como na Secretaria de Educação; na Administração Regional do Gama; na Secretaria de Saúde, na Câmara Distrital, e também em GO, na prefeitura de Valparaíso, na gestão de José Valdécio . Atuou também no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia- Confea, foi editora da revista Fala Prefeito; e colunista da revista AC/DF e colunista do site AIB News do Rio de Janeiro. Desde 2010 é vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil e Portugal,e em 2016, foi nomeada presidente do Conselho comunitário do Octogonal e Sudoeste.