A busca por economia e sustentabilidade tem mudado a visão do mercado e das pessoas com relação ao consumo de energia, seja para residências ou empreendimento. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) revelaram que o uso de energia fotovoltaica está em crescimento no País.

A energia solar fotovoltaica é considerada uma fonte de energia alternativa, renovável, limpa e sustentável. Ela é produzida a partir da luz solar, ou seja, quanto maior a irradiação solar nas placas solares, maior será a quantidade de energia elétrica produzida.

De acordo com diretor da Seype Engenharia, Júlio Seype, além da economia, o uso desta tecnologia tem inúmeros benefícios, principalmente a longo prazo. “É sabido que a redução na conta de energia pode chegar a até 95% após alguns anos de uso. Entretanto, a principal vantagem é o cuidado com o meio ambiente de forma geral”, pontua.

Para desmistificar a tecnologia e ressaltar seus benefícios, o engenheiro listou cinco razões de fácil compreensão que vão fazer qualquer pessoa repensar o uso da tecnologia:

Redução de custos a longo prazo: apesar de ter o custo inicial de implantação elevado, após a execução do serviço, esse tipo de geração de energia representa uma diminuição de gastos significativa. Pesquisas apontam que com o uso da energia solar é possí vel redu zir entre 50% a 95% do valor da conta de luz mensal;

Energia renovável e sustentável: por ser um fenômeno natural não poluente, a radiação solar tem a grande vantagem de ser inesgotável. A fabricação dos equipamentos necessários para a montagem do sistema fotovoltaico é realizada por processos industriais controlados, que n&ati lde;o po luem o meio ambiente. Por não existirem motores ou partes em movimento mecânico no sistema, também não há poluição sonora. Ela é sustentável porque é gerada por um processo natural que se repõe constantemente, a emissão de raios solares. Além disso, a construção de sistemas fotovoltaicos não impacta negativamente a natureza, diferente das hidrelétricas que precisam inundar áreas quilométricas e por isso destroem o ecossistema de um lugar e deixam famílias desabrigadas.

Baixa manutenção: os equipamentos e componentes do sistema são de tecnologia simples, por isso a necessidade de manutenção é mínima. A duração, em termos de vida útil dos componentes, é longa. A fabricação das células fotovoltaicas e dos módulos o u placas é de tecnologia mais sofisticada, principalmente a célula, devido à produção do silício (hoje o mais usado) com as características adequadas.

Valorização do imóvel: ao investir em energia solar, se consegue o aumento do valor de mercado para a empresa/residência. Isso porque ela se torna mais eficiente em termos energéticos e sustentáveis. Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, financiado pelo Departamento de Energia dos EUA , demonstra que os imóveis que possuem sistema solar fotovoltaico têm valorização de 3% a 6%.

Durabilidade: os sistemas fotovoltaicos não se danificam facilmente e são produzidos para resistir a ventos fortes e condições meteorológicas extremas. Por isso, podem trabalhar durante décadas sem qualquer problema, o que justifica que a maioria dos painéis solares no mercado tenham uma garantia de rendimento de 25 anos.

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A jornalista Isabel Almeida, trabalha atualmente na Embrapa, é editora do site bsbflash, youtuber do canal Flash Brasília e escreve em diversos sites como: colunista do jornal Alô Brasília. Natural de Brasília, já trabalhou em diversos órgãos do DF, como na Secretaria de Educação; na Administração Regional do Gama; na Secretaria de Saúde, na Câmara Distrital, e também em GO, na prefeitura de Valparaíso, na gestão de José Valdécio . Atuou também no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia- Confea, foi editora da revista Fala Prefeito; e colunista da revista AC/DF e colunista do site AIB News do Rio de Janeiro. Desde 2010 é vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil e Portugal,e em 2016, foi nomeada presidente do Conselho comunitário do Octogonal e Sudoeste.