Geografia: cinco assuntos mais abordados no Enem nos últimos 10 anos

Há menos de dois meses das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a fase final de preparação pode se tornar uma missão complicada. Embora o edital do exame disponibilize a Matriz de Referência, na qual constam os conteúdos do Ensino Médio que podem ser abordados nas provas, a lista de 24 páginas contemplando as quatro áreas do conhecimento, pode deixar qualquer um perdido, sem saber o que priorizar daqui em diante.

“Tem mais chances de se sair bem na prova aquele que estudou com dedicação ao longo de todo o Ensino Médio, a fim de garantir uma boa base de conhecimentos. Mas sabemos que a preparação na reta final exige que o estudante priorize alguns conteúdos que notoriamente caem com mais frequência e também que o estudante possa apresentar mais dificuldade”, orienta o coordenador da Assessoria de Geografia do Sistema Positivo de Ensino, Wilson Galvão.

Para ajudar quem está se preparando nessa reta final, o departamento de inteligência do Sistema Positivo de Ensino mapeou os assuntos que mais caíram nas provas do Enem nos últimos dez anos.

Geografia

De acordo com o levantamento, os cinco assuntos que mais caíram nas últimas dez edições do Enem em geografia foram: Geografia Agrária (19%), Meio Ambiente (17%), Questões econômicas e globalização (13%), Geografia Urbana (10%) e Geografia Física (10%). Segundo Galvão, os itens da unidade curricular de Geografia que o Enem privilegia analisam a compreensão do estudante acerca do espaço geográfico brasileiro. “Em geografia agrária, por exemplo, são comuns questões que abordam o processo de ocupação do território pelas atividades agrícolas, considerando as áreas de expansão, conflitos agrários, além dos problemas ambientais e sociais no espaço rural brasileiro”, explica.

Por sua vez, entre as questões que abordam geografia urbana, Galvão explica que são comuns temas como hierarquia e rede urbana brasileira, adensamento urbano na relação com processos migratórios e a atividade industrial. “Nesse contexto, também são comuns itens que abordam problemas sociais e ambientais, analisando temas como a organização do espaço urbano, gentrificação, moradia e mobilidade, entre outros”, descreve o coordenador.

“Além do destaque para os temas citados, é importante lembrar ao estudante sobre a importância da leitura e interpretação da linguagem cartográfica, dos gráficos e tabelas, assim como das paisagens. Aprofundar o entendimento dessas linguagens são fundamentais para um bom desempenho em relação aos itens de geografia, mas também a outras áreas do conhecimento”, finaliza.

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Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.

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A jornalista Isabel Almeida, trabalha atualmente na Embrapa, é editora do site bsbflash, youtuber do canal Flash Brasília e escreve em diversos sites como: colunista do jornal Alô Brasília. Natural de Brasília, já trabalhou em diversos órgãos do DF, como na Secretaria de Educação; na Administração Regional do Gama; na Secretaria de Saúde, na Câmara Distrital, e também em GO, na prefeitura de Valparaíso, na gestão de José Valdécio . Atuou também no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia- Confea, foi editora da revista Fala Prefeito; e colunista da revista AC/DF e colunista do site AIB News do Rio de Janeiro. Desde 2010 é vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil e Portugal,e em 2016, foi nomeada presidente do Conselho comunitário do Octogonal e Sudoeste.