Fotos: Daniel Martins
Presidente de honra do Diário do Rio, o empresário Claudio André Castro, o sócio-fundador, Quintino Gomes Freire, as diretoras Bruna Castro, Ivana Lutebark, Renata Granchi e a equipe que trabalha no jornal digital participaram da inauguração da nova redação e, também, do Diário do Rio de Cultura, no casarão azul, de janelas vermelhas, do século XVIII, tombado pelo IPHAN, no Arco do Teles, Centro do Rio de Janeiro.
Construído no século XVIII, o imóvel passou por grande reforma, em 1902, e por mais de 70 anos, deu lugar ao tradicional Bar Arco do Teles. Antes, abrigou um mercado de peixe e a firma J. Ferreira & Martins, um armazém de secos e molhados.
Construído no século XVIII, o imóvel passou por grande reforma, em 1902, e por mais de 70 anos, deu lugar ao tradicional Bar Arco do Teles. Antes, abrigou um mercado de peixe e a firma J. Ferreira & Martins, um armazém de secos e molhados.
” O casarão estava quase destruído quando foi comprado pelo Diário do Rio. Por se tratar de um imóvel tombado pelo IPHAN e integrante do conjunto arquitetônico da chegada de D. João VI ao país, a obra recebeu inúmeras visitas do órgão federal. Foi preparado, a pedido do próprio instituto, um amplo memorial descritivo, não só do imóvel, como de todos os procedimentos e processos utilizados para restaurá-lo da maneira mais correta. O projeto é assinado pelo escritório A+ Arquitetura, do arquiteto Manuel Fiaschi, professor de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio. A decoração de interiores, lindíssima por sinal, ficou a cargo da designer Katia Peres, que transformou os dois andares de pé-direito de mais de quatro metros num espaço onde cada canto respira história”- informou o presidente de honra do Diário do Rio, Claudio André Castro.
Para o sócio fundador do jornal, Quintino Gomes Freire, “tem muita gente que acha que jornal digital não precisa de endereço”:
Para o sócio fundador do jornal, Quintino Gomes Freire, “tem muita gente que acha que jornal digital não precisa de endereço”:
” Eu penso o contrário. A gente precisava de um endereço que fosse, ele mesmo, uma manchete sobre o Rio. Estar aqui tem um peso simbólico enorme para o Diário do Rio. A gente ocupa um endereço que conversa diretamente com a história, com a cultura e com o cotidiano da cidade que cobre todos os dias. É uma forma de reafirmar nosso compromisso com um jornalismo próximo, atento ao que acontece nas ruas e conectado à alma carioca”- disse Quintino.
Entre as relíquias que integram o acervo da nova sede histórica, destacam-se a imagem de São Bonifácio, do século XVIII, um canhão de aviso original da Guerra do Paraguai, a imagem de São Bonifácio, do século XVIII, um lampadário de igreja da mesma época ilumina o ambiente.
Entre as relíquias que integram o acervo da nova sede histórica, destacam-se a imagem de São Bonifácio, do século XVIII, um canhão de aviso original da Guerra do Paraguai, a imagem de São Bonifácio, do século XVIII, um lampadário de igreja da mesma época ilumina o ambiente.
No andar térreo, onde funciona o Diário do Rio de Cultura – aberto ao público- está a exposição “O Cotidiano no Rio no Século XIX”, com litografias aquareladas de Jean-Baptiste Debret e objetos de época de alta representatividade artística.
Perto da escadaria, há, ainda, painéis do pintor boêmio Nilton Bravo, o “Michelangelo dos botequins”.






