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Lar abriga crianças abandonadas e hoje sofre com problemas financeiros

 O Instituto Nossa Missão, localizado no Paranoá, tem passado por dificuldades financeiras nos últimos tempos. O lar, que cuida de crianças abandonadas, hoje abriga seis bebês e três crianças. O instituto não conta com apoio governamental e desde julho de 2020, quando seu fundador Fause Nabil sofreu um AVC, tem lidado com a incerteza de continuar aberto. Fause e sua esposa, Erika Helenn, precisam ir para São Paulo continuar o tratamento, e portanto o instituto passou para as mãos da Assistente Social Liandra de Lyra Rodrigues. Ela agora coordena o projeto, que precisa se manter até pelo menos as nove crianças serem adotadas.  

 Segundo Débora Penteado, voluntária do Nossa Missão, a opção de fechar o abrigo não seria boa, pois as crianças teriam de ser transferidas a outras instituições, mas não há vagas. “Além disso, aqui elas são muito bem tratadas, a casa é limpa e organizada, as mães sociais são muito atenciosas e a transição de abrigo é um processo delicado e pode ser difícil a adaptação” explica. Débora diz que qualquer ajuda é bem-vinda, incluindo doação de cestas básicas, fraldas, produtos de higiene, apadrinhamento e mensalidades sem valores fixos estipulados.  

 O Nossa Missão é um dos poucos abrigos no DF de cunho privado, ou seja, que não obtém apoio do governo. Fundado há cerca de um ano e meio pelo casal Fause e Erika, o instituto tem o perfil de acolher crianças pequenas e bebês. “Ha um foco para cuidar dos pequenos, que exigem mais atenção e cuidado” explica Débora. As crianças do abrigo vêm tanto de hospitais, assim que nascem, após a mãe rejeitá-las, como de pais que perderam a guarda dos filhos, como é o caso dos alcoólatras e usuários de drogas.  

 Débora, no entanto, diz que o Juiz busca inserir a criança no próprio núcleo familiar. Se os pais não podem cuidar, eles procuram os avós, os tios etc. Só quando não há possibilidade é que as crianças são liberadas para adoção, mesmo já morando nos abrigos. Ela ainda explica que o processo de adoção no Brasil é lento não só devido à burocracia, mas sobretudo porque os pais adotivos fazem muitas exigências, e isso diminui as chances de conseguir um filho. “Geralmente, querem apenas bebês recém nascidos e brancos.” 

 Para ajudar o local, basta entrar em contato com a Coordenadora do projeto, Liandra, pelo número (61) 99336-4148, ou enviar um PIX para o CNPJ 34.262.635.0001/89. Há também a possibilidade de transferir um valor para a conta do Bradesco de número 18900-6 / agência 03957-8. 

 Serviço: 

Instituto Nossa Missão 

Local: Lar Abba Pai – Quadra 02, conjunto F, casa 12. Paranoá – DF 

Cep: 71570-206 

Telefone: (61) 98184-4896 

@institutonossamissao 

 O Instituto Nossa Missão, localizado no Paranoá, tem passado por dificuldades financeiras nos últimos tempos. O lar, que cuida de crianças abandonadas, hoje abriga seis bebês e três crianças. O instituto não conta com apoio governamental e desde julho de 2020, quando seu fundador Fause Nabil sofreu um AVC, tem lidado com a incerteza de continuar aberto. Fause e sua esposa, Erika Helenn, precisam ir para São Paulo continuar o tratamento, e portanto o instituto passou para as mãos da Assistente Social Liandra de Lyra Rodrigues. Ela agora coordena o projeto, que precisa se manter até pelo menos as nove crianças serem adotadas.   

  Segundo Débora Penteado, voluntária do Nossa Missão, a opção de fechar o abrigo não seria boa, pois as crianças teriam de ser transferidas a outras instituições, mas não há vagas. “Além disso, aqui elas são muito bem tratadas, a casa é limpa e organizada, as mães sociais são muito atenciosas e a transição de abrigo é um processo delicado e pode ser difícil a adaptação” explica. Débora diz que qualquer ajuda é bem-vinda, incluindo doação de cestas básicas, fraldas, produtos de higiene, apadrinhamento e mensalidades sem valores fixos estipulados.  

O Nossa Missão é um dos poucos abrigos no DF de cunho privado, ou seja, que não obtém apoio do governo. Fundado há cerca de um ano e meio pelo casal Fause e Erika, o instituto tem o perfil de acolher crianças pequenas e bebês. “Ha um foco para cuidar dos pequenos, que exigem mais atenção e cuidado” explica Débora. As crianças do abrigo vêm tanto de hospitais, assim que nascem, após a mãe rejeitá-las, como de pais que perderam a guarda dos filhos, como é o caso dos alcoólatras e usuários de drogas.  

 Débora, no entanto, diz que o Juiz busca inserir a criança no próprio núcleo familiar. Se os pais não podem cuidar, eles procuram os avós, os tios etc. Só quando não há possibilidade é que as crianças são liberadas para adoção, mesmo já morando nos abrigos. Ela ainda explica que o processo de adoção no Brasil é lento não só devido à burocracia, mas sobretudo porque os pais adotivos fazem muitas exigências, e isso diminui as chances de conseguir um filho. “Geralmente, querem apenas bebês recém nascidos e brancos.” 

 Para ajudar o local, basta entrar em contato com a Coordenadora do projeto, Liandra, pelo número (61) 99336-4148, ou enviar um PIX para o CNPJ 34.262.635.0001/89. Há também a possibilidade de transferir um valor para a conta do Bradesco de número 18900-6 / agência 03957-8. 

 Serviço: 

Instituto Nossa Missão 

Local: Lar Abba Pai – Quadra 02, conjunto F, casa 12. Paranoá – DF 

Cep: 71570-206 

Telefone: (61) 98184-4896 

@institutonossamissao 

 

 

 

O Instituto Nossa Missão, localizado no Paranoá, tem passado por dificuldades financeiras nos últimos tempos. O lar, que cuida de crianças abandonadas, hoje abriga seis bebês e três crianças. O instituto não conta com apoio governamental e desde julho de 2020, quando seu fundador Fause Nabil sofreu um AVC, tem lidado com a incerteza de continuar aberto. Fause e sua esposa, Erika Helenn, precisam ir para São Paulo continuar o tratamento, e portanto o instituto passou para as mãos da Assistente Social Liandra de Lyra Rodrigues. Ela agora coordena o projeto, que precisa se manter até pelo menos as nove crianças serem adotadas.   

 

 

Segundo Débora Penteado, voluntária do Nossa Missão, a opção de fechar o abrigo não seria boa, pois as crianças teriam de ser transferidas a outras instituições, mas não há vagas. “Além disso, aqui elas são muito bem tratadas, a casa é limpa e organizada, as mães sociais são muito atenciosas e a transição de abrigo é um processo delicado e pode ser difícil a adaptação” explica. Débora diz que qualquer ajuda é bem-vinda, incluindo doação de cestas básicas, fraldas, produtos de higiene, apadrinhamento e mensalidades sem valores fixos estipulados.  

 

 

O Nossa Missão é um dos poucos abrigos no DF de cunho privado, ou seja, que não obtém apoio do governo. Fundado há cerca de um ano e meio pelo casal Fause e Erika, o instituto tem o perfil de acolher crianças pequenas e bebês. “Ha um foco para cuidar dos pequenos, que exigem mais atenção e cuidado” explica Débora. As crianças do abrigo vêm tanto de hospitais, assim que nascem, após a mãe rejeitá-las, como de pais que perderam a guarda dos filhos, como é o caso dos alcoólatras e usuários de drogas.  

 

 

Débora, no entanto, diz que o Juiz busca inserir a criança no próprio núcleo familiar. Se os pais não podem cuidar, eles procuram os avós, os tios etc. Só quando não há possibilidade é que as crianças são liberadas para adoção, mesmo já morando nos abrigos. Ela ainda explica que o processo de adoção no Brasil é lento não só devido à burocracia, mas sobretudo porque os pais adotivos fazem muitas exigências, e isso diminui as chances de conseguir um filho. “Geralmente, querem apenas bebês recém nascidos e brancos.” 

 

 

Para ajudar o local, basta entrar em contato com a Coordenadora do projeto, Liandra, pelo número (61) 99336-4148, ou enviar um PIX para o CNPJ 34.262.635.0001/89. Há também a possibilidade de transferir um valor para a conta do Bradesco de número 18900-6 / agência 03957-8. 

 

Serviço: 

Instituto Nossa Missão 

Local: Lar Abba Pai – Quadra 02, conjunto F, casa 12. Paranoá – DF 

Cep: 71570-206 

Telefone: (61) 98184-4896 

@institutonossamissao 

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