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Secec promove “Mulheres na Roda da Cultura”

Com o objetivo de dar visibilidade às mulheres da cena cultural e promover reflexões sobre o feminino na cadeia da cultura e arte do DF, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) promove o evento “Mulheres na Roda da Cultura”. As inscrições para oficinas abertas a partir desta segunda-feira (15.3). A ação vai oferecer atividades on-line gratuitas envolvendo gastronomia, artesanato, produção de eventos, literatura, beleza e música, entre os dias 23 e 26 de março.A programação inclui três oficinas e uma roda de conversa com pocket show.

Primeiros passos para produção de grandes eventos, com Ágda Freitas (Dia 23/03, das 15h às 17h, 25 vagas).

Lugar de mulher é na cozinha – Com Carmem Moretzsohn e as professoras da gastronomia do IFB, Juliana Andrade e Ana Paula Jacques (Dia 24/03, das 15h às 17h, 50 vagas).

Oficina de penteados afro e turbante, com Amanda Moreira (Dia 25/03, das 15h às 17h, 15 vagas).

Roda de conversa com pocket show de Dhi Ribeiro: Mulheres na roda da cultura (Dia 26/03 – das 19h às 21h30):

Debatedoras: Danielly Fernandes (gerente de cultura do Plano Piloto); Dhi Ribeiro (sambista); Carla Street (representante do segmento Pessoa Com Deficiência); Márcia Lobo (comunidade tradicional cigana, do Conselho Regional de Cultura da Candangolândia); Kika Carvalho (movimento Backstage); Luciana Barreto (literatura); Dayse Hansa (Associação de Produtoras e Trabalhadoras da Arte e Cultura/APTA).

MULHERES TRANSFORMADORAS

Para além de fornecer o cenário para debates e promoção de novas políticas em prol do feminino, as oficinas também serão lugar de união, conhecimento e transformação de vida para as mediadoras, professoras e alunas, tendo como competência principal destacar as inúmeras possibilidades de construção para o empreendedorismo cultural e criativo feminino.

Professora da oficina “Lugar de Mulher é na Cozinha?”, a professora de gastronomia Juliana de Andrade conta que a gastronomia é um espaço onde, por meio do reconhecimento de saberes e competências, as mulheres podem se perceber como personagens principais, e não apenas coadjuvantes em uma estrutura tradicionalmente desigual.

“O mercado da economia criativa valoriza negócios baseados fundamentalmente na criatividade e no capital intelectual único. Os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e produtos ligados a essa especificidade da economia criativa são uma prática ancestral feminina”, enfatiza.

A produtora cultural Agda Freitas, responsável pela oficina “Primeiros Passos para a Produção de Grandes Eventos” revela que, até poucos anos atrás, mulheres na área de eventos só tinham serventia para cuidar de camarim e limpeza, ajudar na decoração, e “se fossem de confiança” trabalhar na bilheteira, mas nunca ocupavam cargos de comando como produção geral de evento, produção de montagem, técnica de áudio ou de luz.

“Hoje, este mercado se torna realidade, pois temos mulheres capacitadas. Esse tipo de troca de conhecimentos é de extrema importância para que nós, mulheres, continuemos mostrando a cara e provando para a sociedade que o lugar de mulher é aonde ela quiser”, completou.

Representante da primeira companhia de danças urbanas do Brasil de mulheres bailarinas cadeirantes, “Street Cadeirante”, parabenizou o debate. Presente na roda de debates, a dançarina revela a importância de um diálogo inclusivo entre mulheres, justamente para acolher e enriquecer as pautas particulares de cada uma. “O contato com as gestoras da Secec é fundamental até para elas entenderem o nosso potencial como agentes e de nossos projetos. Será uma troca muito rica de aprendizado e de compartilhamentos”, conclui.

SECRETARIA FEMININA

Os encontros virtuais serão conduzidos por algumas das lideranças femininas da Secec, como Solisângela Montes (subsecretária de Difusão e

Diversidade Cultural), Elizabeth Fernandes (Chefe da Assessoria de Relações Institucionais) e Mirella Ximenes (Chefe da Articulação de Política Cultural).
A iniciativa faz parte da campanha da pasta em celebração ao mês da mulher, com engajamento de todas as áreas da secretaria, que conta com 90% do quadro representado por mulheres.

“Estamos a postos para abrir um diálogo autêntico com essas mulheres, para que juntas possamos mapear as reivindicações mais urgentes e propor novas políticas públicas para os diversos nichos voltados para elas,” enfatiza Solisângela.

“Essa economia que a mulher propicia vem, em grande parte, da cultura e da economia criativa. Portanto, é de muita importância solidificar a importância da mulher nesse setor e empoderá-la, para que a cada dia ela contribua e cresça mais”, avalia Mirella.

“Somos muitas, em todos os segmentos. Entretanto, historicamente, a conquista do espaço que nos cabe só é conseguida com muita luta e sacrifício”, aponta Elizabeth.

Mulheres na Roda da Cultura

A programação inclui três oficinas e uma roda de conversa com pocket show.

Primeiros passos para produção de grandes eventos, com Ágda Freitas (Dia 23/03, das 15h às 17h, 25 vagas).

Lugar de mulher é na cozinha –Com Carmem Moretzsohn e as professoras da gastronomia do IFB, Juliana Andrade e Ana Paula Jacques (Dia 24/03, das 15h às 17h, 50 vagas).

Oficina de penteados afro e turbante, com Amanda Moreira (Dia 25/03, das 15h às 17h, 15 vagas).

Roda de conversa com pocket show de Dhi Ribeiro: Mulheres na roda da cultura (Dia 26/03 – das 19h às 21h30)

Debatedoras: Danielly Fernandes (gerente de cultura do Plano Piloto); Carla Street (representante do segmento Pessoa Com Deficiência); Márcia Lobo (comunidade tradicional cigana, do Conselho Regional de Cultura da Candangolândia); Kika Carvalho (movimento Backstage); Luciana Barreto (literatura); Dayse Hansa (Associação de Trabalhadoras na Cultura/ATC).

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