Três secretarias ganham 113 novos servidores para reforçar os trabalhos

Nomeações da carreira de assistência social vão reforçar as pastas de Desenvolvimento Social, da Mulher e da Justiça

IAN FERRAZ, DA AGÊNCIA BRASÍLIA I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON

Comprometido com a atuação no campo social, o Governo do Distrito Federal (GDF) nomeou 113 novos servidores para reforçar os trabalhos em três secretarias – de Desenvolvimento Social, da Mulher e de Justiça e Cidadania. O ato ocorreu nesta quinta-feira (19), no Palácio do Buriti, com a presença dos novos profissionais aprovados na carreira de Assistência Social.

Do total de 113 nomeações, 88 servidores vão atuar na Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), 22 na Secretaria da Mulher e três na Secretaria de Justiça (Sejus). Os cargos são variados, de pedagogos a educadores sociais, passando por agentes sociais e especialistas em Direito e Legislação, Economia ou Ciências Contábeis.

Durante a cerimônia de nomeação dos aprovados, o chefe do Executivo local disse que na pandemia os gastos para cuidar de pessoas aumentaram bastante, no entanto, não foi um impeditivo para o governo seguir trabalhando para não deixar a cidade parar.

“A maior obra que um homem pode deixar é cuidar de pessoas. Nosso governo não tem falhado em cuidar daqueles que precisam. Vamos unir esforços, chamar servidores e fazer um belíssimo trabalho no campo social”, disse o governador Ibaneis Rocha, ao enumerar ações como os cartões Prato Cheio e Cartão Gás, o trabalho na Casa da Mulher Brasileira e também os investimentos na proteção às mulheres vítimas de violência.

Segundo Ibaneis Rocha, o governo pretende até o final do ano nomear mais servidores para atuar na área social. “Em época de dificuldade agravam-se os problemas sociais. E nessa hora o governo tem que resolver os problemas da população”, acrescentou.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o GDF viabilizou a nomeação de 9.376 servidores para atuarem em diversas áreas no contexto do combate à covid-19. Titular da Sedes, a secretária Mayara Noronha Rocha afirmou que a pandemia só aumentou a demanda social da população. “Estamos falando de uma década sem andamento de concurso, sem chamamento de servidores de uma área tão essencial. Neste governo, a assistência social recebeu a devida atenção”, lembrou. “Gente para cuidar de gente com empatia e muita vontade de fazer as coisas funcionarem, muito amor pelo trabalho”, completou.

Os prazos de validade de concursos públicos foram suspensos em 2020 devido ao estado de calamidade na saúde pública. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF) em agosto do ano passado e está prevista na Lei Nº 6.662/2020, de autoria do Poder Executivo. A lei tem como objetivo resguardar os direitos dos candidatos aprovados.

No entanto, a norma não impede a nomeação de aprovados para reposições decorrentes de vacância de cargos públicos efetivos. Ou seja, quando há aposentadoria, exoneração ou morte de estatutários em atividade.

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Redação

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setembro 24, 2021