março 6, 2026
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Liga Árabe rejeita acordo de paz anunciado pelo presidente Donald Trump

Liga Árabe rejeita acordo de paz anunciado pelo presidente Donald Trump Notícias

Organização argumenta que o plano deixa de fora os direitos fundamentais e as aspirações dos palestinos

Em reunião realizada no Cairo (Egito), na manhã deste sábado (1/02), os países Árabes consideraram o plano proposto pelo presidente americano de injusto. O grupo afirma que o plano não respeita os direitos fundamentais do povo palestino.Liga Árabe rejeita acordo de paz anunciado pelo presidente Donald Trump NotíciasOs Ministros de Relações Exteriores dos países Árabes, emitiram um comunicado no qual afirmam que não vão cooperar com a implementação do plano de Trump. Segundo informações da Liga, a proposta fere a iniciativa de 2002, e a decisão da criação de dois estados, um israelense e um palestino.Liga Árabe rejeita acordo de paz anunciado pelo presidente Donald Trump NotíciasOntem (31/,01) o Presidente Turco Tayip Erdogan, também manifestou  indignação em relação ao plano que considera uma afronta as resoluções internacionais e dos direitos básicos do povo palestino.

Presidente da Palestina diz que plano é inconcebível 

Abbas mostra aos ministros do Exterior dos países árabes os mapas com as etapas da usurpação da Palestina – foto AFP

O presidente palestino, Mahmud Abbas, que apresentou (como mostra a foto) as diversas etapas da sinistra ocupação da Palestina por parte do regime israelense, enfatizou: “Não vou passar à história como aquele que vendeu Jerusalém”.

Abbas também anunciou a decisão da Autoridade Nacional Palestina de cortar todos os laços com os Estados Unidos e Israel.  O presidente palestino também esclareceu as razão pela qual a reunião de emergência foi convocada: “deixar claro que este plano não tem qualquer legitimidade”.

“O plano de Trump”, prosseguiu Abbas, “deixa os palestinos com apenas 11% do seu território. Nós concordamos com o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967, o que significa 22% da Palestina histórica e, agora, até isso querem nos tirar”.

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