Organização argumenta que o plano deixa de fora os direitos fundamentais e as aspirações dos palestinos
Em reunião realizada no Cairo (Egito), na manhã deste sábado (1/02), os países Árabes consideraram o plano proposto pelo presidente americano de injusto. O grupo afirma que o plano não respeita os direitos fundamentais do povo palestino.Os Ministros de Relações Exteriores dos países Árabes, emitiram um comunicado no qual afirmam que não vão cooperar com a implementação do plano de Trump. Segundo informações da Liga, a proposta fere a iniciativa de 2002, e a decisão da criação de dois estados, um israelense e um palestino.
Ontem (31/,01) o Presidente Turco Tayip Erdogan, também manifestou indignação em relação ao plano que considera uma afronta as resoluções internacionais e dos direitos básicos do povo palestino.
Presidente da Palestina diz que plano é inconcebível
O presidente palestino, Mahmud Abbas, que apresentou (como mostra a foto) as diversas etapas da sinistra ocupação da Palestina por parte do regime israelense, enfatizou: “Não vou passar à história como aquele que vendeu Jerusalém”.
Abbas também anunciou a decisão da Autoridade Nacional Palestina de cortar todos os laços com os Estados Unidos e Israel. O presidente palestino também esclareceu as razão pela qual a reunião de emergência foi convocada: “deixar claro que este plano não tem qualquer legitimidade”.
“O plano de Trump”, prosseguiu Abbas, “deixa os palestinos com apenas 11% do seu território. Nós concordamos com o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967, o que significa 22% da Palestina histórica e, agora, até isso querem nos tirar”.